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"Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania. Depende de quando e como você me vê passar. (Clarice Lispector)

domingo, 1 de novembro de 2009

Orar, vigiar e instruir-se

As culturas, como nos ensinam os pensadores, nascem e se desenvolvem por processos de assimilação seletiva da herança intelectual. Se os espíritas não compreenderem este contexto e não se prepararem para praticá lo, serão responsabilizados perante seus retrocessos ao misticismo e ao obscurantismo que já os ameaça de perto. Já Kardec insistiu na necessidade de firmar se na razão para não recair nos delírios da imaginação, que levou os clérigos de todos os tempos a se julgarem os privilegiados de Deus.A imaginação, como observa Descartes, leva os a romper os limites da lógica, em que nada é mais apropriado que o segundo “legado” do Cristo: “Orai, vigiai e instruí vos”. E ainda assim, depois de mais de um século, ainda há espíritas que lêem o evangelho e a Bíblia e se dão ao desfrute de citar máximas mediúnicas. A mediunidade, porém, não é evolução, não vêem isso?
Já o próprio Kardec, para investigar o campo dos espíritos, esquivou se do uso dos processos da vidência, do desdobramento, do desprendimento mediúnico, exclusivo dos seus colaboradores médiuns, preferindo confrontar e obter as informações também dos livros, mas havia poucos e somente os clássicos no seu tempo e alegando que os que estão naquele mundo são dificultados a nos fornecer dados sobre eles, considerou muitas obras. Na verdade, é muito mais fácil e confiável acreditar no espírito que no ser humano, mas qualquer informação teria que passar pelo crivo de outros espíritos encarnados e não, de forma que se excluísse assim as simples opiniões que, muitas vezes, já são formadas antes do trabalho mediúnico.
Os espíritas estão num desses vórtices perigosos da história porque não pensam assim, em que os ameaçam os preconceitos católicos, os domínios federativos, e o despontar do misticismo formalista e mitológico criador de mitos sufocadores, para um retorno a séculos de adorações de espúrias fantasias.
Cuidado, tudo isto é por falta de conhecimentos reais, pois o kardecismo foi um tratamento leve proporcionado a uma humanidade doente de uma cegueira mais que milenar. Uma humanidade que não podia mudar tudo de uma vez, de um dia para o outro, pois isto a levaria à loucura, à raiva e a uma cegueira definitiva, a séculos de atraso que não interessavam a ninguém. As doutrinas, inclusive, não eram para ser eliminadas, mas preparadas para serem unificadas e renovadas como se renova o mundo, onde se deve aprender a vê las na luz do fundamento que se eleva em cada um, e certamente não na visão das paixões ou do cego fanatismo.
Por isto, é preciso aprofundar os estudos através de análise de trabalhos suficientemente integrados na ciência e na metafísica, que tragam aberturas aos preconceitos, empenhados no desenvolvimento da doutrina em um nível Universal, Litáurico, e na precisa e preciosa colaboração da espiritualidade evoluída e esclarecida. Kardec já dizia que só com o esforço de cada um, como uma regra no conjunto deste contexto, poderá se impedir a ameaça desse novo naufrágio da razão no fanatismo e, conforme sabemos ainda, do africanismo, do misticismo formalista e mitológico dos criadores de mitos.
Este “traço” está firme e forte pelo seu nível e sua assistência na ciência da aura e a sua “licença” é expedida pela “predestinação anunciada há muito tempo”, pois o refinamento dos médiuns desta humanidade é muito superficial. Por baixo de uma fina camada de verniz, carregam se os monstros que atuaram na inquisição, os que puseram as garras de fora nas perseguições nazistas, os que atuaram na primeira e segunda guerras mundiais, os dos campos de extermínio, do genocídio atômico de Nagasaki e Hiroshima, nas escaladas coreanas, laotianas, vietnamitas, nos extermínios do bolchevismo e na atual violência tecnológica.
Em breve: “Os que se proclamaram senhores do mundo, sem ver deste a fome, as misérias e os horrores que provocaram”. Estes que hoje, na mediunidade do carma, agem no espiritismo e não vêem neste ainda a forma de resgatar se, mas as formas de exercitar se no poder implantado pelo fanatismo.
EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA
EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA
A falsa verdade
Nasci para ser litáurico, ou talvez tenha de dizer que já nasci litáurico, só que demorei para compreender isso. Também, não é fácil ser litáurico assim, pois há necessidade de percorrer picadas, e até passar por lugares onde não há caminhos, e sem se perder. Difícil, ainda, é chegar a compreender a Litáurica, porque no nosso mundo há muita falsa verdade que é apresentada como se fosse a verdade pela falsidade humana, onde há estradas largas, que se abrem e onde se descobre, só ao percorrê-las, que não levam a lugar nenhum. Quantos hoje já podem dizer assim?
O Plano espiritual está se esforçando, mas quantas pessoas não enxergam. O breu espiritual é muito grande e, por enquanto, forma uma densa cortina que esconde o verdadeiro Deus da massa dos brasileiros, especialmente estes, que estão neste argumento espiritual, nunca foram seguidores da verdadeira fé cristã. Muitos seguem as mitologias espirituais dos espíritos. Há quem diga que este país é espiritualista porque confundem isso com catolicismo, pois fundamentalmente o brasileiro é católico, pois tem profunda fé no que é místico e nas imagens sagradas, adora santuários e relicários, gosta e faz romarias para toda parte, mas espiritualismo não é isso. Os ricos só adoram as suas comodidades e o dinheiro, e aquilo que possuem. A classe média também corre atrás do dinheiro, cartão de crédito e prestações, e os pobres pedem milagres aos seus santos e em tudo isso não há Deus, não há espiritualismo. Há condicionamento e até boa fé, mas o povo está confuso. Está fora do caminho certo, e dessa forma prejudica até a sua sobrevivência física e do seu próprio país. Dizem os astrólogos que este país foi chamado para cumprir uma tarefa importante para o futuro da Humanidade, e até pela sobrevivência do “Velho Mundo”, mas, devido ao seu condicionamento atual, duvida-se até que possa pensar em seu próprio futuro. Este chamado vem a realizar-se numa profecia de Nostradamus, atualizada pelo astrólogo inglês Edward Lyndoe, prevendo aqui o surgimento de uma nova e grande religião, que governará o Mundo como única, depois da seleção do fim dos tempos, “do mil e não mais mil anos”. E ainda, São Francisco de Paula, vidente da época de Nostradamus, preanuncia a vinda de uma personalidade, “que modificará e regerá a igreja do verdadeiro Deus”, ainda portador de uma religião “como o homem nunca viu”, surgindo esta religião nestes tempos e da língua portuguesa, e diz Lyndoe ainda: - da América Latina, então, só podia ser o Brasil. Lyndoe chamava a atenção para isso já em 1938; dizia que a América Latina devia preparar-se para isso, ficando atenta ao pronunciamento que este “homem sagrado”, futuro Dirigente do Mundo deveria fazer. Tudo aquilo que se previa veio a se realizar em São José dos Campos, e ainda aquilo previsto pelo Apocalipse, onde se vaticina a volta de João Batista, no final dos tempos, “para fechar os tempos”. Tudo isso se cumpriu e nas barbas do povo que não percebeu, mas há gente que sabia disso, pois está escrito num livro bastante conhecido no Brasil há mais de 40 anos, “As Profecias de Nostradamus”, da Editora Pensamento S. P. Esta gente montou grandes confusões para salvaguardar os seu negócios religiosos e o povo nem viu e, como sempre, devia só pagar a conta. Eu mesmo, que sou envolvido nisso, não sabia ter sido preanunciado tão bem. Tive de fazer pesquisas para comprovar esta verdade, pois só tinha facções contrárias. Já a começar dos próprios espíritas, manobrados com maliciosas intenções católicas, e depois ainda houve a indiferença de todos os outros. Mas por que tudo isso? Falta de fé. Todos, de forma geral, acreditam no presente e o futuro espiritual tornou-se incerto, devido à própria ação desta igreja principalmente. Agora ainda tenho todas as “facções” contra, e a maioria me observa de longe, e não chega perto, entretanto hoje tenho certeza de que a minha posição é genuína, pois há muitos fatos e provas reais em torno disso. Sou a reencarnação de João Batista e tenho a tarefa de acabar com todas as falsas crenças do homem. Sou a reencarnação do monge que escreveu os Vedas, Vyãsadeva “O primeiro Profeta da Humanidade que deixou os Vedantas”, ou caminho para o desenvolver-se do espiritualismo de todas as doutrinas e religiões que viessem ao planeta. E por isso tenho de atualizar todas as crenças que estão fora dele, por disposições superiores. Não havia mais nenhuma religião no planeta até pouco tempo. Hoje há uma Religião Universal e Única que vale, esta tem um nome novo, se chama Litáurica, onde vem a reconfigurar-se o conceito Védico que diz: - “para aquele que Me vê através da Minha energia, na pedra, Eu nunca Me perderei e muito menos ele irá perder-se para Mim”. Sendo assim, recoloca-se ainda o conceito crístico do “dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, pois o Deus ao qual se refere é o princípio, que rege e alimenta a vida, do monoteísmo, do início e do fim. É a Natureza e o Universo inteiro, composto de bilhões e bilhões de planetas e sistemas, de bilhões e bilhões de humanidades e vidas, mais e menos evoluídas do que a nossa. Pois Deus é um contexto tão grande que vem a ser simplesmente estúpido pensar que um homem possa vir a confundir-se com Ele. E ainda menos, que uma imagem possa vir a representá-Lo. Está mais do que na hora de acertar os ponteiros da cabeça com os tempos em que vivemos, porque mais um pouco e será muito tarde. Nisso tenho de conduzir a igreja de Deus na Terra. Foi-me dito, por fonte qualificada, que quem não vem comigo fica por sua conta. Já foi preanunciado, e faz muito tempo, a vinda de um novo Líder, não uma nova divindade ou um novo Deus, mas um Mestre. Não se façam estas proporções divinas, pois nunca, uma pessoa qualquer pode vir a ser simplesmente proporcionada a Deus, e este é um dos grandes problemas do momento. Eu me considero um pensador, um pensador espiritualista, um Filho de Deus, que já viveu muitas vidas e vários papéis da confiança de Deus, e já veio a ser visto como um, mas nunca fui e nunca irei trair a minha consideração diante disso, e nisso me vejo a cumprir simplesmente esta tarefa. A mesma situação foi vivida por Jesus na Terra, nunca Se proporcionou a Deus e qualquer um deve fazer o mesmo, pois Deus, ao nosso nível de seres da Criação, é representado pelas Suas leis, que a nós cabe observar pelo nosso simples interesse. São as leis das ações realizadas no passado, que têm repercussão no nosso presente. Então, os grandes malabaristas que propõem coisas extravagantes para chamar a atenção, são, ao mesmo tempo, doentes metafísicos, portadores de grandes cobranças espirituais áuricas, que continuam explorando este problema ao invés de resolvê-lo, provocando assim maiores confusões. Mas é melhor não se preocupar com isso e pensar que, se quisermos mudar ou melhorar o nosso futuro, comecemos a mudar o presente, e daí teremos melhores desempenhos, menor carga, o resto não conta. Não nos deixando enganar pelos “vendedores dos milagres”, pois não podem fazer por nós aquilo que cada um pode fazer por si. Ninguém pode respirar por nós e, do mesmo modo, ninguém pode nos substituir diante das nossas responsabilidades espirituais, que são tão individuais como a própria respiração. Deus é a vida, é a sua continuação, é a lei, e o progresso está naquela direção, então: - parem de pagar dízimos e parem de participar destes cultos profanos e profanadores, parem as romarias, as adorações de imagens, cheguem finalmente ao progresso, mas se isso não acontecer brevemente, é bom lembrar que as profecias de Nostradamus diziam: - “outubro 1999 - fim dos tempos”, pois já estamos em novos tempos, em uma Nova Era e com uma única religião.
A evolução do espírito

A reencarnação, na imortalidade da alma, põe em evidência o espírito e, no objetivo das suas existências sucessivas, na matéria, o impele ao desprezo de toda dependência carnal. Aonde o eleva, por compensação, à glória da missão divina, coerente com a sua razão de ser e existir. A perfeição do espírito se realiza em etapas sucessivas, reencarnatórias, em que age a lei das conseqüências ou carma, como lei de perfeição e aprimoramento, que não pode ser determinada por decreto de nenhum homem, mas simplesmente sofrida por ele, nas suas conseqüências.
De vez em quando, aparecem crianças particularmente problemáticas na Litáurica, que ao fazer as suas fotografias da aura, denunciam as suas situações. São ajudadas com passes aplicados com a imposição das mãos, que servem para controlar as convulsões, mas para tratá-las é necessário contar com o seu sistema endócrino desenvolvido e isto acontece somente na adolescência. Mas muitos pais não têm paciência para aguardar que isso aconteça, e levam a criança a outros tratamentos, onde a sociedade desenvolveu outros sistemas e métodos. Esta aprimorou os seus remédios para corrigir esta ou aquela dor, esta ou aquela sensação. Insensibilizam esta ou aquela parte, a modificam e até trocam as peças. Trocam-se peças orgânicas nas pessoas como se estas fossem máquinas e não é de hoje que fazem isso. Por esta razão é que há sempre mais gente que precisa disso. Parece uma charada, mas não é, pois que é nesta situação que nasce o problema. Há uma razão num problema destes, em que o homem deve medir-se antes de se meter. Pois esta conta aumenta sempre e se degrada, ao ponto que o homem não sabe fazer mais nada. Quantas doenças há que a medicina não sabe curar ? E haverá sempre, pois as doenças são cármicas, podem ser resolvidas e até deveriam ser eliminadas, mas a única forma é preveni-las. Inclusive, o homem estudou o aparelho que vê e acha que está tudo aí, e não vê o sofrimento do espírito, pois lá quem trocaria as peças ? Realmente o homem não domina nada mais que a matéria e de forma muito limitada, mas quantos problemas o ser humano traz para a vida, já de seu nascimento? Quantas coisas há que distorcem a sua realidade? E nisso há sensações, estágios refinados que o levam ao crime, à evasão da realidade, do cotidiano e situações de agitações instáveis e perigosas. Sobre estes estados de consciência, diariamente se assistem a cenas de violências, que perseguem os mais fracos, mulheres e crianças, além dos acidentes de todos os tipos, onde por trás sempre há estas alterações emocionais. Mas é importante introduzir neste o “fator imponderado”, que toma conta da situação. E este fator impõe a sua vontade para contrariar aquele que realiza simplesmente a sua ação física. E este fator é aquele que se fotografa na aura, que precisa manter em evidência e consideração antes, ou junto ao “conserto da peça”. Numa ação física pura e simples, o único resultado, no melhor dos casos, é a postergação do problema. O mesmo surgirá novamente e novamente, e sempre de forma mais e mais complexa. Veja-se desta forma o porquê da evolução das doenças, que são sempre maiores desafios e mais e mais. Pois na atualidade, a medicina dispõe de médicos, hospitais, onde para a matéria há remédios e para o espírito não há nada que sirva e este reage. Quantos acidentes há e quantos doentes sem cura nos hospitais psiquiátricos, sanatórios e asilos ? E as razões disso estão na sua superstição, que o homem ainda não encontrou a coragem de enfrentar e esclarecer, com um contexto que se chama evolução e, na sua prevenção, com um contexto que se chama humanismo e consciência social.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

SHAKESPEARE

"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes, não são promessas.
E comeca a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quao boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

SER PROFESSOR A ARTE DE ENSINAR

Dia desses um garoto de oito anos contava para a mãe suas experiências na sala de aula. Comentava sobre cada professor, sua maneira de ser e de transmitir ensinamentos.
Dizia que gostava muito das aulas de uma determinada professora, embora não gostasse muito da matéria. Comentava, ainda, que detestava ter que assistir as aulas de sua matéria preferida porque não gostava da professora.
Dizia, com a franqueza que a inocência infantil permite: A professora de História está sempre de mau humor. Ela grita com a gente por qualquer motivo e nunca sorri. Quando passa uma lição e algum aluno não faz exatamente como ela mandou, faz um escândalo. Todos os alunos têm medo dela. Já a professora de Português, está sempre sorrindo. Brinca com a turma e só chama atenção quando alguém está atrapalhando a aula. Eu até fiz uma brincadeira com ela um dia desses, e ela riu muito. Depois de ouvir atentamente, a mãe lhe perguntou: E por que você não gosta das aulas de religião filho? Ah , falou o menino, o professor é grosseiro e cínico. Critica todos os alunos que têm crença diferente da dele e diz que estão errados sempre que não respondem o que ele quer ouvir. E, antes de sair para suas costumeiras aventuras com os colegas, o garoto acrescentou: Agora eu sei que, por mais complicada seja a matéria o que faz diferença mesmo, é o professor.
De uma conversa entre mãe e filho, aparentemente sem muita importância, podemos retirar sérias advertências. E uma delas é a responsabilidade que pesa sobre os ombros daqueles que se candidatam a ensinar. Muitos se esquecem de que estão exercendo grande influência sobre as mentes infantis que lhes são confiadas por pais desejosos de formar cidadãos nobres. Talvez pensando mais no salário do que na nobreza da profissão, alguns tratam os pequenos como se fossem culpados por terem que passar longas horas numa sala de aula. Mais grave ainda, é; quando se arvoram a dar aulas de Religião e agridem as mentes infantis com a arrogância de que são donos da verdade, semeando no coração da criança as sementes do cepticismo. Quem aceita a abençoada missão de ensinar, deve especializar-se nessa arte de formar os caracteres dos seus educandos, muito mais do que adestrar-se em passar informações pura e simplesmente.
É preciso que aqueles que se dizem professores tenham consciência de que cada criatura que passa por uma sala de aula, levará consigo, para sempre, as marcas indeléveis de suas lições. Sejam elas nobres ou não.
É imprescindível que os educadores sejam realmente mestres, no verdadeiro sentido do termo. Que ensinem com sabedoria, entusiasmo e alegria. Que exemplifiquem a confiança, a paz, a amizade, o companheirismo e o respeito. E aquele que toma sobre si a elevada missão, o de ensinar Religião deverá estar revestido de verdadeira humildade e da mais pura fraternidade, a fim de colocar Deus acima de qualquer bandeira religiosa. Deverá religar a criatura ao seu Criador, independente da Religião que esta professe, sem personalismo e sem o sectarismo deprimente, que infelicita os seres e os afasta de Deus.
Por fim, todo professor deverá ter sempre em mente que a sua profissão uma das mais nobres, porque é a grande responsável por iluminar consciências e formar cidadãos de bem. * * *Mestre verdadeiro é aquele que ajuda a esculpir nas almas as mais belas lições de sabedoria. Verdadeiro professor é aquele que toma das mão do homem, ainda criança e o conduz pela estrada segura da honestidade e da honradez. O verdadeiro mestre é aquele que segue á frente, sinalizando a estrada com os próprios passos, com o exemplo do otimismo e da esperança. (Momento Espírita)
var PS = "96690";

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Por um momento...









POR UM MOMENTO

POR UM MOMENTO, IMAGINEI TER TE ENCONTRADO
POR UM MOMENTO, ME VI REALIZADA
POR UM MOMENTO , SENTI QUE ERA A HORA
POR UM MOMENTO , ACREDITEI
POR UM MOMENTO , VIVI SENSAÇÕES ESQUECIDAS
POR UM MOMENTO , ESQUECI DO MEU EU PASSADO
POR UM MOMENTO , PENSEI EM MIM NO PRESENTE
POR UM MOMENTO APENAS, ESTE EU NÃO ERA NADA
POR UM MOMENTO , O QUE PODERIA SER NEM COMEÇOU...
Mado 24/07/2009



























O MAU CONCEITO


" A ausência de fé ou de uma crença consciente, na vida de um indivíduo, diminui a sua resistência e a capacidade de reação ao mundo, tornando-o presa dos instintos de sua natureza animal. Torna-se, assim , um causador de moléstias a si mesmo e aos outros, e tudo pelo pouco conhecimento que tem do básico e da verdade".(O Evangelho segundo a Litáurica)

O PAPEL DA RELIGIÃO

O Papel da Religião Sérgio Biagi Gregório

SUMÁRIO: 1. Introdução. 2. Conceito de Religião: 2.1. Histórico; 2.2. Etimologia. 3. Concepções Redutivas da Religião. 4. Os Fundamentos da Religião: 4.1. Salvação; 4.2. Revelação; 4.3. Fé. 5. Sentimento Religioso: 5.1. Religião e Religiões; 5.2. Religião como Sistema; 5.3. Meios e Fins; 5.4. Ter Religião e Ser Religioso. 6. Espiritismo. 7. Conclusão. 8. Bibliografia Consultada
1. INTRODUÇÃO
O papel da religião é o de explicar os conteúdos existenciais do ser humano: de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e para aonde vamos depois da morte. Quando indagamos sobre o papel da religião, associamo-lhe a idéia do sentimento religioso, um dos mais complexos sentimentos que fundamentam a essência do ser humano. É um sentimento natural, como se vê claramente na Lei de Adoração. É sempre uma reverência ao Criador, ao Ser Supremo, ao Ser Sobrenatural, ao Desconhecido etc. Ele, em si, independe da razão, da inteligência, da cultura, do estudo. É natural, e por isso mesmo adquire diversas formas.

2. CONCEITO DE RELIGIÃO

2.1. HISTÓRICO


O Totemismo, a mais primitiva das religiões, com a idéia de totem, maná e tabu, subordina um grupo de homens chamado clã aos seres considerados sagrados. O totem refere-se a tudo o que os membros de um clã julgam sagrados. Podem ser animais, árvores, pessoas etc. O termo mana designa uma força, material e espiritual, comum aos seres e coisas sagrados. O tabu — proibições — visa, essencialmente, a separar o sagrado do profano. (Challaye, 1981, cap. I)

O animismo é a religião que coloca em toda a natureza espíritos mais ou menos análogos ao espírito do homem. O Animismo foi, a princípio, chamado Fetichismo, coisa encantada, dotada de força mágica (Challaye, 1981, cap. II).

A Religião do Egito mostra-nos numerosas sobrevivências do Totemismo; um Animismo manifestado especialmente pela importância atribuída à vida futura dos mortos; um Politeísmo que alguns tentaram orientar para o Monoteísmo (Challaye, 1981, p. 44). Diz Emmanuel “Que o destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram para eles problemas solucionados e conhecidos” (Xavier, 1972, p. 45) As Religiões da Índia apresentam-nos uma mistura de abundantes sobrevivências totêmicas e animistas e de um Politeísmo que se orienta ora para o Monoteísmo, ora para um piedoso Ateísmo (Challaye, 1981, p. 59).

O Judaísmo é a religião dos israelitas ou hebreus ou judeus. O documento essencial sobre o Judaísmo é o livro sagrado de Israel, o Antigo Testamento. A palavra testamento foi introduzida pela Igreja Cristã; é má tradução do vocábulo aliança, pois trata-se da aliança entre Deus e a humanidade. O Decálogo que a tradição atribui a Moisés, é uma bela página de literatura religiosa (Challaye, 1981, p. 140-152).

O Cristianismo é a religião dos Cristãos. É uma religião monoteísta que coloca em primeiro plano a comunhão com Deus, o Pai, por intermédio de seu filho Jesus Cristo, Salvador da humanidade (Challaye, 1981, p. 202).

O Islamismo é termo erudito que designa a religião do Islão (assim chamdo pelos muçulmanos, seus adeptos), fundada pelo profeta Maomé e baseada no Corão (livro que lhe foi revelado por Deus) (Enciclopédia Luso-Brasileira).

Historicamente, a religião é a crença em forças, poderes, deuses sobre-humanos; impotência perante esses poderes; desejo de salvação.

Fenomenologicamente, a religião está ligada ao sagrado: objeto, lugar, tempo, ritual, palavra etc.

2.2. ETIMOLOGIA

A palavra religião é de origem latina (religio). O significado não é claro. Cícero (106-43 a. C.) no De Natura Deorum afirma que a palavra vem da raiz relegere (“considerar cuidadosamente”), oposto de neglere, descuidar. Já Lactâncio, escritor cristão (m. 330 d.C.), diz que vem de religare (“ligar”, “prender”). Para Cícero, a religião é um procedimento consciencioso , mesmo penoso, em relação aos deuses reconhecidos pelo Estado. Para Lactâncio, a religião liga os homens a Deus pela piedade. Um termo de partida e um de chegada, em que princípio e fim são os mesmos. As duas raízes complementam-se. (Enciclopédia Luso-Brasileira)

3. CONCEPÇÕES REDUTIVAS DA RELIGIÃO

a) CONCEPÇÃO MÍTICO-MÁGICA: a Religião é uma ilusão ou uma superstição. A Religião ao entrar em conflito com a razão, torna-se dogmática para poder subsistir.
b) CONCEPÇÃO GNÓSTICA: a filosofia, filha rebelde da teologia, transforma-se numa religião, ao buscar a salvação através do conhecimento (gnose).
c) CONCEPÇÃO MORAL: o objeto da Religião é o mesmo da moral natural.
d) CONCEPÇÃO ANTROPOLÓGICA: para D. Hume a experiência do terror é a origem da religião. Augusto Comte ao propor uma religião da humanidade abre uma nova perspectiva religiosa à consideraçào do homem moderno, limitando o âmbito do conceito de transcendência às coordenadas intramundanas.
e) CONCEPÇÃO SOCIOLÓGICA: segundo E. Durkheim as concepções religiosas têm por objeto, antes de mais, explicar e exprimir não o que as coisas têm de extraordinário, mas ordinário.
f) CONCEPÇÃO IRRACIONALISTA: de acordo com vários filósofos, a religião é um campo autônomo: não é o do conhecer, nem o do fazer, nem o do esperar, mas a contemplação extática do infinito.
g) CONCEPÇÃO PSICOLÓGICA: segundo Freud a religião é uma neurose obsessiva. (Enciclopédia Luso-Brasileira)

4. OS FUNDAMENTOS DA RELIGIÃO

4.1. SALVAÇÃO

Muita gente acredita que salvar-se será livrar-se de todos os riscos, na conquista da suprema tranqüilidade. Observe os primeiros cristãos: quanto não foi o sofrimento pelas suas mortes nas arenas romanas? Não são poucos os apodos, os sarcasmos, as zombarias daqueles que empreendem a grande batalha de se unir ao Cristo.
Salvar-se, pois, não será subir ao Céu com as alparcas do favoritismo religioso, mas sim converter-se ao trabalho incessante do bem, para que o mal se extinga no mundo. Salvar-se é, portanto, levantar, iluminar, ajudar e enobrecer, e salvar-se é educar-se alguém para educar os outros. É a responsabilidade de se conduzir e melhorar-se.

4.2. REVELAÇÃO

Os fundadores de religiões tinham revelações e visões nas quais o próprio Deus os chamava a atuar. Deus revelou-se a Moisés numa sarça que ardia. Quando Paulo foi chamado por Jesus, no caminho de Damasco, cegou-o um resplendor celestial. Maomé encontrou-se com o arcanjo Gabriel, que o reteve sem soltar, até que ele lhe prometeu seguir o seu mandato de reconhecer a vontade de Alá.

A Revelação Espírita, por sua natureza, participa ao mesmo tempo da revelação divina e da revelação científica. Quer dizer, sua origem é divina e da iniciativa dos Espíritos, sendo a sua elaboração fruto do trabalho do homem. Nesse sentido, o Espiritismo procede da mesma forma que as ciências positivas, aplicando o método experimental, ou seja, faz hipóteses, testa-as e tira as suas conclusões. Por exemplo: à hipótese de que os Espíritos que não se consideram mortos, os Espíritas devem provocar a manifestação de Espíritos dessa categoria e observar (Kardec, A Gênese, p. 19 e 20).

4.3. FÉ

A religião identifica-se com a fé. Para a maioria das religiões o que importa não é o que acreditamos mas como acreditamos. No uso popular dizemos isso quando uma pessoa acredita ou faz algo “religiosamente”. Acontece que ter a convicção ou “fé” em certas verdades não nos isenta de estarmos em erro. Por isso Allan Kardec, no capítulo XIX de O Evangelho Segundo o Espiritismo, esclarece-nos sobre os fundamentos da fé. Tenta distinguir a fé cega da fé raciocinada bem como a fé humana da fé divina. Traça-nos as diretrizes para o robustecimento de nossa fé, baseada na razão.

5. SENTIMENTO RELIGIOSO

5.1. RELIGIÃO E RELIGIÕES

Do ponto de vista social, as religiões são sistemas de símbolos, dependentes de um fundador, que teve a experiência religiosa original com modalidade própria. Esse sistema organizado de símbolos, ligado à tradição, contribui para que os indivíduos concretos adotem atitude religiosa pessoal. Desde a mais alta Antigüidade a apresentação externa do símbolo vem se modificando, mas, muitas vezes, o conteúdo intrínseco continua o mesmo, ou seja, apenas transferimos os valores que eram próprios do Totemismo, do Fetichismo, e do Animismo para a época moderna: instituímos tabus, adoramos os santos e seguimos cegamente as determinações de um líder religioso.
Faz-se preciso, na época atual, estabelecer a diferença entre religião e religiões. “A religião é o sentimento divino que prende o homem ao Criador. As religiões são organizações dos homens, falíveis e imperfeitas como eles próprios; dignas de todo o acatamento pelo sopro de inspiração superior que as faz surgir, são como gotas de orvalho celeste, misturadas com os elementos da terra em que caíram. Muitas delas, porém, estão desviadas do bom caminho pelo interesse criminoso e pela ambição lamentável dos seus expositores; mas, a verdade um dia brilhará para todos, sem necessitar da cooperação de nenhum homem”.(Xavier, 1981, p. 37)

5.2. RELIGIÃO COMO SISTEMA

Alguns autores, como Émile Durkheim, Mircea Eliade e Claude Lévi-Strauss, enfatizaram todos a idéia de que a religião corresponde a certas estruturas profundas. Embora contrários em muitos pontos de vista, o que há de comum principalmente entre Mircea Eliade e Claude Lévi-Strauss é que ambos valorizam as “regras” segundo as quais a religião é construída e, portanto, o seu caráter sistêmico; e ambos ressaltam a autonomia da religião em relação à sociedade.
Como traduzir para a prática a noção vaga de que a religião é um sistema? “No caso dos dogmas cristãos, é impossível saber (empiricamente) se Jesus Cristo pertence à mesma categoria de Deus Pai ou se lhe é inferior e, se não for nenhum desses o seu caso, qual é a relação hierárquica exata entre os dois.
Mas é perfeitamente possível predizer, se forem conhecidos os dados do sistema (neste caso, que há uma Trindade divina composta por três “pessoas” ou, pelo menos por três membros que têm nomes individuais), todas as soluções possíveis para o problema, as quais, na realidade, não são em absoluto “históricas” (embora tenham sido enunciadas por personalidades distintas em épocas distintas), pois estão sincronicamente presentes no sistema”. (Eliade, 1994, p. 18 a 20)

5.3. MEIOS E FINS

O fim da religião é a salvação da alma. Contudo, preferimos prender muitas pessoas a nós ou à nossa Igreja, impedindo-as de se salvarem em outra qualquer. Quer dizer, confundimos os meios com os fins. É preciso, pois, muito tato e muita perspicácia para não criarmos uma falsa adoração em todos aqueles que nos ouvem e que por nós tem certa simpatia.

5.4. TER RELIGIÃO E SER RELIGIOSO

O filósofo Dewey faz uma distinção entre ter uma religião e ser religioso. Para ele, ter uma religião é pertencer a uma Igreja e obedecer aos dogmas por ela impostos. Ser religioso é encaminhar o pensamento para os aspectos cósmicos da vida, ou seja, para a humildade, a simplicidade e o amor ao próximo. A Parábola do Bom Samaritano, pronunciada por Jesus, é um bom exemplo. Nela, Jesus retrata o Samaritano, considerado herege, fazendo o que os conhecedores da lei e da religião deveriam fazer e não o faziam.

6. ESPIRITISMO

É o Espiritismo uma religião? Prende-se ao sentimento religioso? É uma manifestação fortuita? Tornar-se-á uma crença comum? Será uma Religião Universal? Eis algumas perguntas valiosas em nossa reflexão sobre a religião.
Muita tinta se gastou para afirmar ou negar que o Espiritismo seja uma religião. De acordo com Allan Kardec, O Espiritismo é chamado a desempenhar imenso papel na terra. Reformará a legislação, retificará os erros da História, restaurará a religião do Cristo, instituirá a verdadeira religião, a religião natural, a que parte do coração e vai direto a Deus, sem se deter nas franjas de uma sotaina, ou nos degraus de um altar. Extinguirá para sempre o ateísmo e o materialismo. (Kardec, Obras Póstumas, p. 299)

7. CONCLUSÃO

Se Doutrina Espírita é de libertação, por que ainda nos aprisionamos em algumas atitudes dogmáticas? Os Espíritos amigos sempre nos advertem que cada um terá de fazer a caminhada evolutiva por si mesmo. Mas, acostumados a sermos mandados por outrem, não temos iniciativa própria. Eis uma advertência que deve ser constantemente lembrada.

8. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

CHALLAYE, F. As Grandes Religiões. São Paulo, IBRASA, 1981.ELIADE, M. e COULIANO, I, P. Dicionário das Religiões. São Paulo, Martins Fontes, 1994.
Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura. Lisboa, Verbo, s. d. p.
KARDEC, A. A Gênese - Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo. 17. ed., Rio de Janeiro, FEB, 1976.
KARDEC, A. Obras Póstumas. 15. ed., Rio de Janeiro, FEB, 1975.
XAVIER, F. C. Emmanuel (Dissertações Mediúnicas), pelo Espírito Emmanuel. 9. ed., Rio de Janeiro, FEB, 1981.
São Paulo, setembro de 1999

domingo, 1 de fevereiro de 2009

REFLEXÃO

BAGAGEM
Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão.A medida em que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, porque pensa que são importantes .A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas, pesa demais, então você pode escolher :Ficar sentado a beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem. Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem. Ou você pode aliviar o peso, esvaziar a mala.Mas, o que tirar ? Você começa tirando tudo para fora. Veja o que tem dentro: Amor, Amizade ... nossa! Tem bastante, curioso, não pesa nada...Tem algo pesado ... você faz força para tirar...Era a Raiva - como ela pesa!
Aí você começa a tirar, tirar e aparecem a Incompreensão, Medo, Pessimismo.Nesse momento, o Desânimo quase te puxa pra dentro da mala. Mas você puxa-o para fora com toda a força, e no fundo da mala aparece um Sorriso, que estava sufocado no fundo da sua bagagem.Pula para fora outro sorriso e mais outro, e aí sai a Felicidade! Aí você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a Tristeza.Agora, você vai ter que procurar a Paciência dentro da mala, pois vai precisar bastante. Procure então o resto, a Força, Esperança, Coragem, Entusiasmo, Equilíbrio, Responsabilidade, Tolerância e o Bom e Velho Humor. Tire a Preocupação também. Deixe de lado, depois você pensa o que fazer com ela.Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo. Mas, pense bem o que vaicolocar lá dentro de novo, heim !Agora é contigo. E não esqueça de fazer isso mais vezes, pois o caminho é MUITO, MUITO LONGO ...

As meninas

As meninas
Minhas meninas...meus amores

FERNANDO, JOAQUIM, ...grandes pensadores


Fernando Antonio Nogueira Pessoa (1888-1935, Lisboa), poeta e escritor português. Pessoa é considerado junto de Luís Vaz de Camões um dos mais importantes poetas de Língua Portuguesa.

“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”


“As vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.”. “Para viajar basta existir.”

“Tenho em mim todos os sonhos do mundo.”
“Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”

"O valor das coisas não está no tempo
em que elas duram, mas
na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos
inesquecíveis,coisas inexplicáveis
e pessoas incomparáveis".
(Fernando Pessoa)

"O que se precisa para ser feliz? Trabalho e amor." [Sigmund Freud]

"Um país se faz com homens e livros". (Monteiro Lobato)

SAI - AMA - 2007

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"O tempo é o campo do desenvolvimento humano." [Karl Marx]

AHSS - HORA DA LEITURA - 2007

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Um país se faz com homens e livros

Hora da Leitura AHSS 2007

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Para a treva só há um remédio, a luz.

SAI 2007 AHSS

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"Cem frases que resumissem a sabedoria universal tornariam dispensáveis os livros." [Carlos Drummond de Andrade]

SAI - AHSS - 2007

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"Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda." [Cecília Meireles]

AMA - SAI - 2007

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O olho do homem serve de fotografia ao invisível, como o ouvido serve de eco ao silêncio. (Esaú e Jacó)

SAI - AHSS - 2007

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"Descobri que a leitura é uma forma servil de sonhar. Se tenho de sonhar, porque não sonhar os meus próprios sonhos? " [Fernando Pessoa]

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Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina. (Cora Coralina)

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meus amores

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"Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido." [Vinícius de Moraes]

Planeta Extra-Solar

Planeta Extra-Solar
O nascimento de um planeta extra-solar recém-nascido ainda preso pelo cordão umbilical à sua estrela-mãe.